Escolha uma conversa ou crie um link novo.
Escolha uma conversa ou crie um link novo.
Sem conta, sem número de telefone. Você cria um link, manda por onde quiser, e a conversa existe só entre quem tem o link — cifrada no seu aparelho antes de sair dele.
Diga quem você é e entre. Seu nome e e-mail ficam só dentro desta conversa.
Quem abrir esse link entra na conversa. A chave que decifra tudo vai depois do # — e o navegador nunca manda essa parte pro servidor.
Sua lista de contatos é uma lista de e-mails. Ela mora só neste aparelho.
Nos mensageiros de hoje, o serviço é dono da conversa e você é inquilino. Aqui é o contrário: a conversa é dona de si mesma, e o app é só a janela.
Cada conversa é um link. O link tem duas partes: o endereço, que diz onde as mensagens ficam guardadas, e a chave, que vem depois do #. O navegador nunca envia o que vem depois do # — então quem hospeda vê só blocos cifrados, sem conteúdo, sem nomes, sem quem fala com quem.
Não existe conta. Sua identidade é o nome que você escolhe e uma chave do seu aparelho, que assina o que você escreve. Sua lista de contatos é uma lista de e-mails, e fica só com você.
O link você manda por onde quiser: e-mail, WhatsApp, um bilhete. Quem tem o link, tem a conversa. Perdeu o link, perdeu a conversa — ela é tão sua quanto um papel.
Protótipo de Artur Scartazzini. Mensagens cifradas com AES-GCM 256 e assinadas com ECDSA P-256, no navegador. Guardadas como blobs no Supabase, entregues em tempo real.